quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

FugacIDADE


Quanto eu te amaria
no momento fugaz,
na languidez das horas idas,
das horas atrás.
Quanto eu te acordaria
nas noites escondidas,
e na mansidão do alvorecer...

Quanto eu me entregaria
na avidez das tuas mãos,
sem pressa e sem me deter, 
na placidez e no turbilhão,
hoje sim, amanhã não... 

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