quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Infinito deserto

Deixaste-me passar, tão passageira.
Eu me mostrava, tu não me vias,
quando me vias, eu não estava inteira
e inteira tu não me sentias.


Tinhas-me ausente e eu tão perto,
tão perto, acenante e nua. 
Quanto deserto no nosso infinito,
quanto deserto na minha alma
e na tua...


3 comentários:

  1. Amei. Não sei porque me senti em um conto de Isabel Aliende, ou melhor, num dos "Contos de Eva Luna"

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  2. Amei. Não sei porque me senti em um conto de Isabel Aliende, ou melhor, num dos "Contos de Eva Luna"

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  3. Vou ler, ainda não li, dela li " A Casa dos Espíritos", amei. O filme é maravilhoso também. Obrigada, Cíntia, pela presença e pelo carinho. Um abraço.

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