terça-feira, 8 de abril de 2014

De volta



Devolva-me.
Traz-me de volta
ao que me resta,
logo serei inteira
a essa luz que arde
por entre frestas...
Cansei-me da metade
em desalento, prisioneira.
Solte-me ao vento,
feito poeira e pó.
Refaço-me no ar.
À minha maneira, 
sei viver só. 
Sou pássaro,
sei voar...

4 comentários:

  1. Seu poema é lindo, encanta-me. Que sua alma poética seja sempre iluminada com muita fonte de inspiração.

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  2. Obrigada por sua presença e pelo carinho de suas palavras.
    Solange

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  3. Lindo poema! Abraços, Maria Tereza

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  4. Querida mestra, Maria Tereza,
    Sinto-me honrada com sua presença no meu blog. Seus comentários me incentivam e motivam.
    Obrigada.
    Afetuoso abraço.
    Solange

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